
Boa Diversão!
Episódio raríssímo e o maior sucesso do blog até hoje, estou repostando e o link está funcionando perfeitamente.boa diversão e atá breve.Sigam-me os bons!=)


Iniciou sua carreira artística em 1964 e participou de cerca de 40 obras, que compreenderam autores vanguardistas e mexicanos; mas em 1970, quando realizava rádio-teatros, foi chamado por Roberto Gómez Bolaños para participar de seus programas cômicos. Foi então que conseguiu popularidade com os personagens Senhor Barriga, Nhonho e Botijão.
No teatro atuou em "Marcelino pan y vino" onde fazia o Frei Antonio e também atuou em "En Roma el amor es broma" e em comédias musicais como " La casita del placer". Atuou na comédia "Einstein y Picaso en un cafe de Paris" ,onde interpretou Sagot. Em 1976 protagonizou o musical "La Novicia Rebelde" (A Noviça Rebelde), e por mais de seis anos realizou "La Pastorela de Tepoztlán". Além do êxito que alcançou com Chespirito, participou em várias telenovelas, entre as quais se destacam "Mundo de Juguete" e "Alguna vez tendremos alas" (1997), com produção de Florinda Meza, onde fazia o papel de Sebastian Medina. Filmou uma nova versão de "Zapata" que foi dirigida por Alfonso Arau, o mesmo dos filmes
"Como agua para Chocolate" e "Calzonzin inspector". No cinema participou de filmes como "¿No Oyes Ladrar los Perros?", "En el Cine", "El Chanfle", "Don Ratón y Don Ratero" e a produção estrangeira "In and Out".
Participou da zarzuela "Luisa Fernanda", em um papel cômico com tons musicais. Com esta zarzuela fez uma turnê por Miami, Boston e outros lugares dos Estados Unidos. Também fez incursões profissionais na música, já que participou de um espetáculo produzido pelo "Teatro de Bellas Artes de México " e na escola de Zarzuela de Madrid onde cantou com Plácido Domingo. Em 2000, trabalhou numa cara produção da Televisa, chamado "Plaza Sesamo 2000" (Vila Sésamo), onde interpretava um personagem chamado Don Boni onde também havia um tema de Edgar chamado "La Radio" que se incluiu neste programa e viajou com o genial "Circo de Noño y el Sr. Barriga", um circo montado por Édgar em 1985. Seu circo tem equilibristas, cães amestrados, contorcionistas e ainda os monólogos de Nhonho e o Senhor Barriga. Em 1997 viajou ao Chile e instalou seu circo no centro comercial de Santiago. Édgar está muito ligado ao Chile porque sua bisavó nasceu na cidade nortenha de Antofagasta.
Em 1998 foi à Argentina com seu circo e se apresentou em Calchaqui e na rua 12 de Outubro, em Quilmes. Retirou-se dos palcos por problemas respiratórios, chegando até a ser internado. Tudo correu bem e em 2001 assumiu um cargo na Associação Nacional de Intérpretes (ANDI), um cargo muito renomado.
Em 2006, ele atuou no filme Bandidas, vivendo o gerente de um dos bancos assaltados pelas protagonistas vividas Salma Hayek e Penélope Cruz - neste filme, em decorrência da morte do dublador Mário Vilela poucos meses antes, seu personagem teve a voz de Gilberto Baroli.
Em 2007 interpretou Dr. Balaban, um cientista paranormal, no filme O Orfanato, de Juan Antonio Bayona.
Em 2008, o ator fez uma cirurgia em Monterrey, no México, para emagrecer através do implante de um marcapasso gástrico.[3][4]
Em 2003, Édgar Vivar veio ao Brasil e esteve no programa "Falando Francamente" apresentado por Sônia Abrão no SBT, já em excelente estado de saúde, e onde também recebeu muitas homenagens dos chavesmaníacos, e de boa parte de funcionários da emissora, em especial a apresentadora do Bom Dia & Cia na época, Jackeline Petkovic se emocionou muito ao conhecer o personagem que a fez crescer em vários sentidos pessoais.
Conheceu também no mesmo dia, o seu dublador no Brasil, Mário Vilela, sendo que este dublador veio a falecer de Diabetes no dia 1º de dezembro de 2005.
Ainda em sua visita ao Brasil, o ator declarou que nunca foi amigo de Carlos Villagrán. Carlos assistia a entrevista pela TV e ficou muito chateado porque sempre se considerou um grande amigo de Édgar.
Em 2006, deu entrevista exclusiva à Rádio Jovem Pan, de São Paulo, para falar sobre a vitória do México em seu primeiro jogo na Copa do Mundo da Alemanha, contra o Irã, por 3 a 1[5]
No dia 23 de abril de 2010 ele, juntamente com Carlos Villagrán, participaram do Programa do Ratinho em uma série de dois episódios.
No dia 24 de abril de 2010 esteve no Brasil, assim como Carlos Villagrán (Kiko), para o "2º Festival da Boa Vizinhança" evento destinado a fãs de Chaves e Chapolin, que foi organizado pelo Fã-Clube Chespirito Brasil. A equipe de produção do Panico na TV presenteou o ator com um cheque ficticio como pagamento de 14 meses de aluguel, ficando extremamente emocionado.
No dia 15 de Setembro de 2011, foi entrevistado pelo programa Agora é Tarde, da Rede Bandeirantes.
No dia 18 de Setembro de 2011, participou do evento 4FunFest que aconteceu no mesmo dia.
No dia 24 de setembro de 2011, esteve em Belo horizonte para participar de uma apresentação de comedia no Teatro Alterosa
Os Personagens de Édgar Vivar, Foram Feitos Por:



O intérprete de Quico, garoto mimado e filho de Dona Florinda, nasceu em 12 de janeiro de 1944. O curioso é que ele no início não era nada rico.
No vilarejo onde vivia, a sua família era a mais pobre de todas: Carlos Villagrán na sua infância nunca havia dormido em um colchão.
Ele é conhecido como Pirolo, pois antes de atuar em Chaves, tinha um personagem com esse nome. Ainda antes de viver o Pirolo, Villagrán foi fotógrafo profissional de vários jornais conceituados do México. Seu sonho era ser comediante ou jogador de futebol. A convite de Rubén Aguirre, Carlos Villagrán deixou a fotografia aos 23 anos e começou a viver Quico, personagem que já interpretava no teatro.
No ano de 1978, Carlos Villagrán deixou o elenco de Chaves. Devido à imposição de Roberto Bolaños, Carlos foi impedido de atuar com seu personagem no México, forçando sua ida para a Venezuela. Lá fez o programa Federrico, que não fez muito sucesso. No México, fez Ah que Kiko e, no Chile, O circo de monsieur Cachetón e Kiko botones.
Carlos Villagran disse que ele deixou o elenco de Chaves e Chapolin porque seu personagem Quico estava ganhando muita popularidade e ele estava sendo convidado para gravar discos e comerciais. Por isso quiseram diminuir a participação dele nos seriados e ele não aceitou. Entretanto, numa entrevista, Chespirito disse que Carlos Villagran o falou que queria tentar carreira solo e Bolaños disse que tudo bem, mas se ele quisesse voltar ao Chaves, todos o receberiam de braços abertos. Carlos Villagrán já teve um caso com Florinda Meza antes de esta se casar com Chespirito. Ficou 20 anos sem se falar e ver Roberto Bolaños, até que encontrou-se com este num especial da Televisa em homenagem ao comediante realizado no dia 1° de Abril de 2000, onde aparentemente fizeram as pazes.Pelo contrário da história com Maria Antonieta(chiquinha),quico aparece no desenho, a briga com Bolaños, que durou vinte e dois anos, faz parte do passado e ambos retomaram a amizade de outrora. Atualmente, mora em Guadalajara, México, e tem um circo, El Circo de Kiko, que inclusive já veio ao Brasil. Ele vive com sua esposa e com seus seis filhos.
Carlos trabalhou na Venezuela em vários programas: "Niño de papel" (1981), "Kiko botones" (1981). "Federrico" (1982), "Las nuevas aventuras de Federrico" (1983) e "El circo de monsieur Cachetón". Estas séries não tiveram o mesmo êxito que os programas de Bolaños.
A empresa mexicana Tele-Rey ofereceu para Carlos a série "¡Ah, qué Kiko!". Chespirito não pôde evitar o uso do nome do personagem na nova série devido a mudança de grafia. Por outro lado, não durou muito tempo devido à inesperada morte de seu companheiro de trabalho Ramón Valdez, que também havia sido seu companheiro nas séries de Bolaños.
A seguir, Carlos fundou um circo (como muitos de seus outros companheros de série): "El circo de Kiko", que levou a vários países da América Latina. Villagrán esteve no Brasil, com seu circo, em 1995. Naquela ocasião, o ator participou de dois importates programas de entrevista: "Programa Livre" e "Jô Soares Onze e Meia".
Finalmente, se estabeleceu na Argentina, onde Chespirito não detém direitos sobre "Quico" e pôde seguir interpretando livremente o personagem.









